A ACADEMIA é o primeiro "futeblog gráfico" do mundo: 11 artistas gráficos desenhando sobre seu time. São cartunistas, caricaturistas, ilustradores e quadrinhistas, alguns mais fanáticos, outros nem tanto, cada um, ao seu estilo, traçando sua relação com o Palmeiras.  VEJA ARQUIVOS ENTRE JAN 2010 e JUN 2012

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AUTORES

Airon

Airon é paulista, cartunista, ilustrador, diretor de animação e crítico de top models tailandezas. Nos momentos em que ele não está desenhando, tomando café, desenhando ou até mesmo tomando café, está assistindo aos jogos do Palmeiras ou aprendendo sobre a vida com a sua filha Luiza, coisinha mais fofa que ele considera a sua "obra prima"!( Bom, sua esposa reivindica 50% da criação...). Veja auto-apresentação aqui.

Baptistão

Eduardo Baptistão nasceu palmeirense em 1966, na Mooca, São Paulo. Sem o mínimo talento para ser jogador de futebol, foi trabalhar com desenho, sua tendência natural desde a infância. Virou ilustrador profissional em 1985. Trabalha no Estadão desde 1991 e, desde 2003, também para o Jornal da Tarde. É colaborador assíduo também das revistas Carta Capital, Veja e Você S/A. Veja auto-apresentação aqui.

Caco Galhardo

Caco Galhardo, cartunista, publica sua tira diária na Folha de São Paulo desde 1996. Tem seis livros publicados e alguns de seus personagens já viraram animações no canal Cartoon Network. Seu trabalho também pode ser acompanhado no site www.cacogalhardo.com.br. Também faz michê.

Caio Majado

Caio Majado ilustra profissionalmente desde 2000, Publicou em editoras e agências publicitárias e produziu quadrinhos no Brasil onde ganhou um HQ Mix e nos Estados Unidos, onde não ganhou nada! Torce para o Palmeiras desde que nasceu e quase teve um ataque cardiaco quando ganhou a libertadores da América em 1999. Já recuperado, quase teve outro ataque quando perdeu o mundial de interclubes no mesmo ano. Veja auto-apresentação aqui.

Custódio

Custódio é paulistano de Interlagos, safra 1967, ano do Robertão e da Taça Brasil. Tem alguns livros publicados, não tantos quanto os parafusos no tornozelo e joelho, por causa do futebol. Foi um mediano jogador federado de futsal na juventude, e seu orgulho é que nunca enfrentou o Palmeiras. Seus parentes são quase todos de Santa Catarina e palmeirenses. É cartunista há 22 anos. Veja auto-apresentação aqui.

Elizeu

Elizeu é pernambucano de Carpina. Tem 28 anos, e mesmo tendo crescido a milhares de km do Palestra Itália é palestrino roxo (aliás, verde). Os culpados? Evair, Rivaldo, Edmundo... Enfim, os super-bicampeões de 93 e 94. Quando criança teve um braço engessado por Rinaldo, o grande ponta esquerda da Primeira Academia, fato que lhe é motivo de orgulho. Trabalha como ilustrador desde 2002, ano em que chegou a SP. Veja auto-apresentação aqui.

Fernandes

Paulista de Avaré, mora no ABC paulista. Um dos caricaturistas/ilustradores mais premiados do país. Tem 30 anos de profissão e 50 de daltonismo. É daltônico principalmente para o verde, talvez por isso o amor pelo Palmeiras seja tão cego. Perdendo ou ganhando, não importa, tem sempre uma desculpa. Veja auto-apresentação aqui.

Gabriel Bá

Gabriel Bá conta histórias em Quadrinhos e tem trabalhos publicados no Brasil, Espanha, Estados Unidos, Alemanha, França e Itália. Criou a série 10 Pãezinhos com seu irmão Fábio Moon, com quem também publica uma tira aos sábados na Folha de São Paulo chamada Quase Nada. Não é fanático por futebol, não sabe o hino, mas joga bola com os amigos toda semana há quase 15 anos. Veja auto-apresentação aqui.

Jal

JAL é cartunista, jornalista e começou sua carreira na Folha de São Paulo em 1973. Depois trabalhou em diversos jornais, revistas, TV, rádio e como jurado de concurso de camisetas molhadas em Itabiúca do Oeste. É presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil porque não tem ninguém que queira esse cargo. É palmeirista (como o pai dizia) e adora o verde esperança da camisa. Veja auto-apresentação aqui.

Kitagawa

André Kitagawa é formado em arquitetura mas virou ilustrador e quadrinista. É Palmeirense por influência do pai, irmãos e primos. Nascido em 1973, só conseguiu desentalar o grito de "campeão" aos 19 anos. Valeu a pena. Veja auto-apresentação aqui.

Orlando

Orlando é ilustrador e artista gráfico. Publica desde 1978 e na Folha de S.Paulo desde 85. Filho de são paulino com corinthiana, culpa Dudu e Ademir da Guia por ser palmeirense. Veja auto-apresentação aqui.

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Choque-Rei:

:: Postado por Custodio às 00h46

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O mi70 no Allianz:

:: Postado por Custodio às 00h03

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Rafael Marques, artilheiro

:: Postado por Custodio às 20h51

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Recado pós-final

Um alerta aos desavisados.

 

:: Postado por Custodio às 21h56

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Vai pensando, vai...

:: Postado por Custodio às 01h10

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Robinho

:: Postado por Custodio às 13h20

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O glorioso canto no campo do adversário.

https://www.facebook.com/video.php?v=803879799708953

A relação de rivalidade entre Palmeiras e Corínthians vai além do que seria comum entre dois times da mesma cidade.
No primeiro jogo do Palestra Itália, em 1915, 15 jogadores italianos de sete equipes foram convidados para compor a equipe, ainda em formação. Entre eles, três eram do Corínthians, que estava inativo aquele ano. E o capitão do Palestra, que seguiu no clube por décadas, Bianco, havia sido campeão pelo rival em 1914.

Depois, no primeiro confronto entre as duas equipes na história, 3 a 0 para o Palestra. Em 1921, no dia de Natal, o Palestra venceu o rival tirando dele o título Paulista, que foi para o Paulistano.

A maior vitória no confronto é do Palmeiras (8 a 0 em 1933), assim como os deixamos na fila em 1974 e saímos da fila em cima deles em 1993.
Fora isto, os dois maiores confrontos da história entre os clubes, nas Libertadores de 1999 e 2000, o Palmeiras também eliminou o rival. Historicamente, apesar do equilíbrio, o Palmeiras sempre venceu os jogos mais simbólicos entre os times.

Por mais que todo este histórico não seja pouco, um fato mais simbólico: o estádio erguido em Itaquera usou, em seu material básico, parte da demolição que saiu do antigo Parque Antártica, reciclado por uma empresa especializada. O troco pelos jogadores emprestados em 1915. Por isso os palmeirenses chamam o estádio rival de Entulhão.

Após toda esta rivalidade de quase 100 anos aqui exposta, veja o vídeo acima.
Mostra a torcida visitante, cantando o hino do clube depois de eliminar o rival -em sua primeira partida eliminatória da história do seu próprio estádio- no dia 19/04/2015.

É um momento histórico, impactante, que não faz um time maior que o outro, mas segue uma tradição de freguesia, e coloca um tijolo a mais em uma rivalidade que deve estar aqui muito depois dos homens e dos estádios desaparecerem.

:: Postado por Custodio às 20h04

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Fernando Prass

:: Postado por Custodio às 01h21

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Freguesia

:: Postado por Custodio às 21h34

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Vai encarar?

:: Postado por Custodio às 19h55

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Adeus, Oberdan

 

*Desenho feito para o livro Goleiros - Herois e Anti-herois da Camisa 1, de Paulo Guilherme, 2006.

:: Postado por baptistao às 13h14

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UMA PAUSA NO VERDÃO PARA A COPA

:: Postado por Jal às 10h20

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Assombração

:: Postado por Custodio às 16h44

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Palmeiras 2 X 0 Bragantino

:: Postado por Custodio às 01h02

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Palmeiras 1 X 0 Portuguesa

:: Postado por Custodio às 22h28

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